Oferta de site barato quase sempre parece tentadora. O problema não é economizar — é descobrir depois que a página não aparece no Google, quebra no celular ou exige refazer em meses. O valor na proposta de criação é só a entrada; o custo real aparece no anúncio eterno, no suporte sumido e no segundo projeto. Abaixo, onde o barato cobra juros e o que um preço sério precisa cobrir.
Preço claro, escopo fechado
Institucional enxuto My Help: institucional enxuto com SEO de base e mobile — valores na proposta.
Criação de sites Tabela de faixasOnde o barato cobra juros
O valor na proposta de criação é só a entrada. O custo real aparece quando o site não gera contato, quando o anúncio precisa compensar o orgânico inexistente, ou quando você paga de novo para refazer o que nasceu torto.
- Anúncio eterno — site invisível no orgânico vira dependência de Ads; o “barato” mensal some no CPC
- Retrabalho — refazer em 6–12 meses custa mais que fazer certo na primeira
- Suporte sumido — freela some; plataforma trava feature no plano caro
- SEO zero — sem titles, mobile e velocidade, o Google ignora
- Domínio preso — registrador no nome do fornecedor trava a saída
Sinais de que já deu: quando refazer o site. Comparar fornecedor: agência vs freela vs Wix.
Outro custo silencioso: tempo da equipe. Site ruim gera WhatsApp explicando endereço, PDF porque a página não carrega, lead que abandonou no 4G. Isso não aparece na proposta do freela — aparece no expediente da recepção e do comercial.
O que um preço sério precisa cobrir
Mobile que funciona de verdade, HTTPS, WhatsApp visível, SEO de base (titles, meta, headings, URL limpa), publicação e domínio no seu nome. Sem isso, o site é cartão de visita digital — não presença comercial.
Manutenção e hospedagem precisam estar claras: o que o mensal cobre, quantos ajustes leves, quem responde se cair. Guia: o que inclui o mensal. Avaliar proposta: checklist de orçamento.
Na My Help o institucional enxuto tem criação + mensal de hospedagem e manutenção — valores na proposta. Não é o site mais caro do mercado — é escopo fechado com base técnica. Extra (loja, muitas páginas, SEO contínuo) entra por escrito. Faixas: quanto custa um site em 2026.
Escopo enxuto não é “site ruim”
PME no começo não precisa de vitrine com vinte animações. Precisa de Home, Sobre, Contato, mobile e caminho claro para o WhatsApp. Escopo enxuto com preço baixo e lista clara pode ser ótimo. O problema é barato sem lista, sem mobile e com promessa de ranking.
Checklist do mínimo profissional: o que precisa ter em um site profissional. Prazo expresso quando os materiais estão prontos: site em 24h.
Barato bom vs barato ruim
Barato bom: páginas definidas, mobile, SEO de base, domínio seu, mensal transparente, prazo realista. Você sabe o que entra e o que fica de fora.
Barato ruim: PDF genérico, “1º no Google”, domínio do fornecedor, template que não abre no celular, hospedagem misteriosa, suporte só no Instagram até a entrega — depois silêncio.
Peça o mesmo briefing a dois ou três fornecedores e some criação + doze meses de mensal. O ranking muda. Domínio e e-mail: domínio e e-mail profissional.
Plataforma grátis, freela e agência
Construtor com plano baixo funciona até você precisar de velocidade, SEO decente ou sair da plataforma. Aí a migração custa tempo e dinheiro. Freela bom existe — freela sumido também. Agência cara demais para o escopo também é desperdício se você só precisa de institucional enxuto.
O critério não é “qual categoria”, é o que está escrito na proposta. Comparativo: agência vs freelancer vs Wix. Se o site já existe e emperrou: otimização ou refazer.
Plataforma “grátis” com marca d’água, subdomínio emprestado ou plano que sobe sozinho no cartão costuma sair mais caro no ano do que um institucional enxuto com mensal transparente. Some o que você pagaria em upgrades e horas internas antes de celebrar o zero na criação.
Custo invisível: confiança e oportunidade
Cliente B2B que abre um site quebrado ou genérico escolhe o concorrente com URL limpa. Economia de criação vira perda de oportunidade silenciosa — sem fatura, sem reclamação, só o lead que não voltou.
Outro custo: domínio e senhas. Quando o fornecedor some e o domínio está no CPF dele, a empresa fica refém. Trate titularidade na proposta, não no caos. Detalhes: domínio e e-mail.
Como pedir orçamento sem cair na armadilha
- Liste páginas desejadas e se precisa de loja ou só institucional
- Peça mobile, SEO de base, WhatsApp e domínio no seu nome por escrito
- Pergunte o que o mensal cobre (hospedagem, SSL, ajustes leves)
- Some criação + 12 meses antes de comparar só o valor inicial
- Fuja de ranking garantido como critério de desempate
Institucional enxuto com materiais prontos pode sair em até 24 horas. O que não cabe no barato: e-commerce completo, redesign contínuo ou “aparecer sozinho no Google” sem trabalho local. Prazo: quanto tempo leva.
Erros que vemos o tempo todo
- Escolher só pelo menor número na mensagem
- Aceitar ranking garantido como critério de desempate
- Não perguntar quem é dono do domínio
- Ignorar o mensal e a hospedagem
- Pedir e-commerce no preço de institucional e achar que “entra tudo”
Próximo passo
Peça proposta com páginas, prazo, mensal e titularidade do domínio por escrito. Ou fale no WhatsApp com a My Help — criação de sites — e compare com o checklist de avaliação.